• Autor Carlos Cruz
  • Ilustrador
  • Coleção Atualidades
  • ISBN 9789896681425
  • PVP 21,98€ € (IVA incluído)
  • preço livre
  • 1ª Edição janeiro 2012
  • Edição atual
  • Páginas 450, com fotografias, a uma cor
  • Apresentação Capa dura
  • Dimensões 150 x 230 x 32 mm
  • Idade

«Leia este livro. Por favor. Esqueça quem é o autor e ponha-se no lugar dele. Apanhará um grande susto. Porque poderia muito bem ser você. Verá a facilidade com que a ausência da presunção da inocência e, sobretudo, do benefício da dúvida, podem condenar um arguido muito antes de ter sido formalmente condenado. Este livro é a defesa de Carlos Cruz - a defesa que quase ninguém conhecia. O que pensávamos saber baseava-se em cabeçalhos bombásticos e reportagens aparentemente sérias que mais não fizeram do que demonstrar o imenso poder do mau jornalismo. (...) É um caso que a grande maioria das partes envolvidas gostaria que ficasse arrumado, para que não se lembrasse a fraca figura que fez. Os que mais quiseram falar são os que agora mais querem calar. Leia este livro, para poder respirar fundo. E por uma questão de justiça..» in prefácio de Miguel Esteves Cardoso

É uma recolha dos argumentos e provas utilizados pela defesa de Carlos Cruz, mas ignorados pelos tribunais, que demonstram a inocência do autor e o grave erro cometido pela Justiça portuguesa: as contradições (das alegadas vítimas e dos investigadores da Polícia Judiciária); os desmentidos posteriores de algumas delas; a pressão dos jornalistas e dos investigadores sobre as testemunhas; as provas factuais, ignoradas pelo tribunal, dos locais onde decorreram os alegados crimes nas datas indicadas.

O livro fala do papel dos media na criação de factos erróneos que distorceram a imagem de Carlos Cruz e até desmentidos de uma das jornalistas que mais trabalhou neste caso.

Inocente para além de qualquer dúvida é um livro polémico, com informação até agora desconhecida do grande público.

Carlos Cruz nasceu a 24 de março de 1942 em Parceiros de S. João, uma aldeia perto de Torres Novas. Entrou no mundo da rádio aos 14 anos, tendo sido relator e produtor de programas desportivos na Emissora Católica de Angola, no Rádio Clube de Angola e na Emissora Nacional.

Iniciou os seus trabalhos na televisão em abril de 1962. Foi apresentador, diretor de informação, diretor de programas e diretor-coordenador na RTP. Ficou conhecido como «Senhor Televisão» devido à enorme popularidade dos programas que apresentou. São exemplos «Zip-Zip», «1-2-3», «Quem Quer Ser Milionário» (RTP), «Noites Marcianas» (SIC) ou «Carlos Cruz» (TVI).

Na imprensa, colaborou com o Record e o Diário de Notícias, tendo sido diretor da revista Mais. Entre 1975 e 1979 desempenhou as funções de conselheiro de imprensa da Missão Portuguesa junto das Nações Unidas. Foi presidente da Comissão Executiva da candidatura portuguesa ao Campeonato Europeu de Futebol de 2004.

Na sequência do mediático caso judicial Casa Pia, esteve detido no Estabelecimento Prisional da Carregueira entre 2013 e 2016, encontrando-se atualmente em liberdade condicional.